Pesquisa na educação coloca Santa Cruz em 62º lugar. Ourinhos ocupa a 835º posição.

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Selma Lopes e seus alunos do 2º ano da escola Profº. Arnaldo Moraes Ribeiro.

Santa Cruz do Rio Pardo teve bom desempenho no IOEB, o Índice de Oportunidades da Educação Brasileira. O resultado foi publicado nesta quinta-feira no jornal Folha de São Paulo, mostrando que o município vizinho ocupa o 62º lugar entre os municípios brasileiros.

Das cidades da região, Santa Cruz e Ipaussu tiveram o melhor desempenho. Chavantes e Salto Grande foram as piores.

Comparativo entre cidades da região. Fonte: IOEB

A pesquisa engloba toda a educação básica – da educação infantil ao ensino médio, de todas as redes existentes nas cidades, avaliando também todos os moradores locais em idade escolar, e não apenas os que frequentam a escola. Assim, municípios onde muitas crianças não estão matriculadas recebem baixa pontuação.

Para chegar ao resultado, a pesquisa avalia um conjunto de fatores, reunindo o que chamam de “insumos educacionais” e “resultados educacionais”. A categoria insumos avalia fatores essenciais para um bom resultado educacional, e a outra, a aprendizagem e aproveitamento escolar. O resultado no IDEB também teve peso nessa segunda edição da pesquisa, o que auxiliou alguns municípios que melhoraram no ranking. Também são avaliados a experiência dos diretores de escolas, a média de hora/aula e a formação dos professores.

Dos 5000 municípios avaliados, nota-se ligeira melhora em 46% deles. A pesquisa aponta que 38% retrocederam, e 16% manteve-se estagnado.

PARANÁ – As cidades paranaenses da região tiveram avaliações muito ruins no IOEB. Apenas Ribeirão Claro (5,0) atingiu nota acima da média nacional, que é de 4,7. Cambará (4,2), Jacarezinho (4,3) e Santo Antonio da Platina (4,6) ficaram com pontuações abaixo da média estadual (5,0).

Os municípios do Ceará lideram os primeiros lugares na pesquisa: sete das dez melhores avaliações do país são de cidades cearenses.  Ações preventivas contra a evasão escolar e projetos de incentivo à leitura desenvolvidos nessas cidades são apontados como o principal motivo para essa liderança.

Fonte de pesquisa: http://www.ioeb.org.br/

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