Chavantes e Canitar tem os piores índices de gestão fiscal da região

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Fotos: Wikipedia

Os municípios da região não se saíram bem na avaliação da FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) que produz o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) em todo o Brasil.

Das 596 cidades avaliadas, Canitar em 574º e Chavantes em 537º, respectivamente, obtiveram as piores colocações na pesquisa, que leva em conta dados de arrecadação, investimentos, receita, gastos com pessoal e liquidez em 2016. Receitas baixas, gastos excessivos com pessoal e dívidas elevadas fizeram com que as Prefeituras das duas cidades registrassem 0% de liquidez, que é a capacidade e agilidade de investimento da Prefeitura. 

Dívida alta impedem grandes investimentos em Canitar.

Vale lembrar: os dados são referentes aos exercícios fiscais das Prefeituras no ano de 2016. O balanço de 2017 deve ser apresentado em julho ou agosto de 2018.

Dívida quase no teto: o maior problema em Chavantes.

Mesmo caindo sete posições de 2015 para 2016, Ourinhos mantém a liderança, com 0,5308, no 158º lugar. Ibirarema vem em seguida, com 0,4954, ocupando o 211º lugar. Surpreendentemente, Santa Cruz do Rio Pardo (0,4312) teve índice pior do que São Pedro do Turvo (0,442) e Ipaussu (0,4379).

Com dívida controlada e alta liquidez, Santa Cruz deve apresentar resultado melhor em 2017.

A melhor avaliação do Estado de São Paulo é do município de Gavião Peixoto (0,9053), que fica na região de Araraquara. Desde 2001 a cidade abriga atividades de montagem final de aeronaves da Embraer, e registrou grande poder de investimento e receita própria.

O IFGF é elaborado desde 2006 pela FIRJAN.

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